Emissão de nota fiscal eletrônica online

ContaAzul agiliza a emissão de NF-e online para as vendas de produtos de sua empresa

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Descubra como o ContaAzul agiliza a emissão de NF-e online para sua empresa

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Emissor gratuito de NF-e

O ContaAzul é a melhor alternativa ao emissor gratuito de NF-e do Sefaz, porque é mais ágil e integrada. A decisão, anunciada pelo órgão público, de parar de atualizar o software em janeiro de 2017 exige que as empresas que vendem produtos em todo país busquem outras soluções para se manter regulares em seus processos de faturamento. Com o software de controle e emissão online você poupa tempo porque as notas fiscais são tiradas com dados cadastrados no sistema ao mesmo tempo em que acionam automaticamente fluxos de venda e contas a receber.

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Vantagens da NF-e

Adequar o seu negócio para o sistema de emissão de nota fiscal eletrônica pode trazer diversas vantagens para todos os envolvidos em uma transação comercial, como redução de custo de impressão, redução de custo de armazenagem de documentos fiscais e aumento de confiabilidade na Nota Fiscal.

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Nota Fiscal Online

Na venda de produtos, com o emissor de nota fiscal online da ContaAzul você pode emitir NF-e (nota fiscal eletrônica) com facilidade e velocidade. Emitir uma nota fiscal completa e personalizada, com integração ao sistema de vendas de sua empresa agora é uma tarefa simples e rápida com o nosso software.

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Nota fiscal eletrônica de produto integrada

Com o emissor de nota fiscal online do ContaAzul, você economiza tempo e trabalho, pois nosso sistema de emissão de NF-e é totalmente integrado com o processo de vendas. Você nunca mais vai precisar informar duas vezes os dados de um pedido!

emissão de nota fiscal de mercadorias

Emissão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica de Produto)

Sua empresa vende produtos? Nota fiscal eletrônica de produto (NF-e) podem ser emitidas dentro do sistema, com integração ao módulo de controle de vendas. A principal vantagem de realizar esta etapa de fechamento do mês dentro do sistema é que você não precisa repetir tarefas manuais, já que as informações ficam disponíveis para os processos de cobrança e conciliação bancária, por exemplo. Se você fizer alterações no valor da nota, automaticamente atualizamos o pedido de venda, para manter tudo sincronizado em sua gestão.

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Integração de NF-e com vendas

A cada confirmação de pedido, o ContaAzul automaticamente dá baixa de produtos de seu estoque e alimenta seu financeiro e fluxo de caixa para a data prevista de recebimento. A partir do cadastro de clientes e de contratos, razão social, endereço e CNPJ ou CPF do cliente são incluídos na hora de tirar a nota, para facilitar a tarefa. Nem você nem seus vendedores precisam ter habilidade para criar uma proposta elegante. Basta preencher as informações no nosso formulário e automaticamente criamos a proposta comercial com o orçamento para você.

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Certificado digital fácil de importar

A assinatura de certificados digitais garante a segurança das transações online da empresa, como troca de documentos e mensagens. Esses certificados têm validade jurídica e são necessários para a comunicação com os sistemas da Sefaz.

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Emissão de NF-e com Certificado A1

O Certificado Digital A1 vem em formato digital e pode ser utilizado para emissão de notas de produto (NF-e). Este tipo de certificado pode ser armazenado, ou seja, importado no computador do titular e, em seguida, no sistema que utiliza para emitir notas. Tem validade de 1 ano.

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Tirar nota fiscal com Certificado A3

Agora o ContaAzul também tem suporte para Certificado Digital A3. Esse certificado tem como diferencial a disponibilização através de um Token ou Cartão em que constam informações da empresa e tem validade de 3 anos. No ContaAzul esse certificado está disponível para NF-e online.

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Nota fiscal enviada por e-mail

Envie notas fiscais eletrônicas e Danfe (documento auxiliar de nota fiscal eletrônica) por e-mail, para clientes. Entre as vantagens dessa automatização, há menos espaço para erros que podem acontecer na hora de anexar arquivos manualmente em sua conta de e-mail. Isso facilita o relacionamento com cliente, que recebe uma mensagem com aparência profissional, inclusive o logotipo de sua empresa.

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Integração com faturamento e cobrança

Fechou um pedido? Emita boleto registrado e nota fiscal eletrônica de produto (NF-e) na hora. O processo fica mais fácil em um programa para controle de vendas, com integração com a gestão de produtos e estoque. Se, no momento de faturar, o valor da nota for alterado, automaticamente o pedido de venda é atualizado, por exemplo. Na hora de fazer o fechamento do mês, você ganha tempo evitando a repetição de tarefas. Com relatórios precisos a respeito do que foi emitido de nota fiscal, você garante um processo rápido de cobrança, para que seu dinheiro chegue mais rapidamente até sua conta.

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Trabalho integrado com a contabilidade

Na prática, a integração contábil favorece a rapidez na troca de informações, e agilidade no fechamento contábil mensal. Comum na contabilidade convencional, a tarefa de guardar, separar e enviar documentos para seu contador pode ficar de lado, com ganhos de tempo. Seus controles financeiros ganham em segurança e confiabilidade porque os dados circulam dentro do sistema.

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ContaAzul

Nota fiscal eletrônica, muito simples de usar.

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As Funcionalidades ContaAzul foram pensadas para facilitar a sua gestão, economize tempo utilizando um único sistema.

Funcionalidades ContaAzul

Perguntas frequentes

Como é o processo de emissão de NF-e?

De maneira simplificada, a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial, o qual deverá ser assinado digitalmente, de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. Este arquivo eletrônico, que corresponderá à Nota, será então transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda de jurisdição do contribuinte que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá um protocolo de recebimento (Autorização de Uso), sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria.

A Secretaria de Fazenda de São Paulo oferece o download de um sistemas de emissão de NF-e gratuitamente, porém, esse recurso será descontinuado em dezembro de 2016 (saiba mais sobre o fim do emissor gratuito). Além disso, alguns destes emissores não são eficazes, principalmente para empresas que precisam emitir muitas notas fiscais, pois exigem que cada nota seja preenchida manualmente gerando trabalho redobrado.

Sim. Independente do porte, as empresas que praticam uma das atividades econômicas obrigadas, devem tirar nota fiscal eletrônica.

Da mesma forma, as empresas que não estiverem obrigadas podem migrar para a NF-e por opção própria, considerando as vantagens e redução de papel.

A Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital, criado para substituir as notas fiscais de modelos 1 e 1A (notas impressas). O conceito de Nota Fiscal Eletrônica é: um documento digital, emitido e armazenado eletronicamente. A função é registrar para fins de recolhimento de impostos e fiscalização com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, realizada por uma empresa.

Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e a Autorização de uso fornecida pelo Fisco, antes da ocorrência do fato gerador.

Para que você possa emitir uma NF-e (nota fiscal de produto) é importante possuir CNPJ, Inscrição Estadual, ser credenciado no Sefaz (Secretaria da Fazenda) do seu Estado e habilitado como emissor de notas fiscais eletrônicas em ambiente de produção. Será necessário possuir um Certificado Digital A1 ou A3.

Você pode manter a numeração  atual das notas de sua empresa ou iniciar uma nova, caso seja o primeiro faturamento. A emissão de notas fiscais de produto é integrada ao cadastro os dados de sua empresa, de produtos e de vendas que deseja faturar. Assim, é preciso cadastrar cada produto e o pedido comercializado.

Vale lembrar que a NF-e é um arquivo no formato XML, que existe apenas digitalmente, criada para substituir o documento fiscal em papel. Esse arquivo, assim que é gerado, é transmitido pelo ContaAzul para a Sefaz, o que assegura sua validade e regularidade.

Depois da NF-e ter sido enviada para a Secretaria de Fazenda, o arquivo fica disponível no sistema, com importação do PDF da DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) e o arquivo eletrônico (XML), assim como as ações de cancelar e editar a nota. Esses arquivos podem ser enviados diretamente para o cliente pelo ContaAzul ou serem baixados em seu computador ou impressos, conforme sua necessidade.

Existem quatro tipos de notas fiscais emitidas por quem é MEI (microempreendedor individual). Entenda o que está por trás de siglas como NFA, NFA-e, NF-e, NFS-e e NFC:

  • Nota Fiscal Avulsa: Essa é a forma mais fácil para os MEIs emitirem nota fiscal, porém não são todos os estados que possuem esse tipo de nota fiscal. Para emitir essa nota, o MEI deve ir na Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do seu estado e fazer a solicitação (ou num escritório da SEFAZ no caso de o estado não oferecer o serviço pela internet). Normalmente, pela internet é gratuito e é cobrado uma taxa para fazer a solicitação num escritório da SEFAZ. Verifique se o seu estado emite e quais os documentos que são necessários para isso;
  • Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e): É uma forma eletrônica e gratuita de emitir a nota fiscal avulsa, porém são poucos os estados que oferecem esse serviço. Ela funciona da mesma forma de uma nota avulsa;
  • Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e): O MEI pode, porém não é obrigado, utilizar as notas fiscais eletrônicas. Caso ele decida utilizá-la, terá que cumprir os mesmos requisitos de uma empresa não optante pelo MEI. Se você quer saber mais sobre o assunto, confira o nosso artigo sobre como emitir notas eletrônicas.
  • Nota Fiscal de Venda a Consumidor: Essa nota é utilizada para venda de produtos. Para fazer a impressão dessa nota numa gráfica é preciso pedir uma autorização AIDF na Secretaria da Fazenda do seu estado e depois imprimir numa gráfica seguindo as regras.

Quando sua atividade for comércio ou indústria, você deve:

1º– Solicitar a Nota fiscal avulsa diretamente na SEFAZ do seu estado. Em alguns estados esta etapa pode ser feita pela internet através de um requerimento online. Se o seu estado permite a emissão de Nota Fiscal Eletrônica avulsa, você deve pegar o nome do usuário e a senha de acesso do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupom Fiscal (SAT) em um posto fiscal da SEFAZ. Alguns estados dispõem esta solicitação via internet, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, entre outros. No caso de dúvidas, busque algum orgão do SEBRAE na sua cidade.

2º- Guardar todos os documentos de compras de mercadorias realizadas pela sua empresa. Esses, junto com as nota fiscais de vendas, devem ser anexados ao relatório mensal de faturamento da empresa.

São seis os tributos que devem ser discriminados na NF-e (Nota Fiscal Eletrônica de produto) quando aplicáveis.

  • ICMS: corresponde ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e diz respeito a quase todas as atividades. Ele é cobrado separadamente por estado e incide por cada atividade que abrange, não sendo cumulativo. Pode representar até 18% do valo de um produto.
  • Cofins: é a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, paga apenas pelas pessoas jurídicas. Ela é referente à receita das empresas.
  • IPI: representa o Imposto sobre os Produtos Industrializados e engloba tanto o que é produzido no Brasil, como fora do país. Qualquer produto, por menos “industrial” que pareça, só não se inclui a esta categoria caso seja uma matéria-prima sem qualquer modificação.
  • PIS/Pasep: Significam respectivamente Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Funcionário Público. Ambos incidem sobre a folha de pagamento de salários, sendo que o segundo é específico aos cargos públicos.
  • ISS: é a sigla para Imposto sobre Serviços. É recolhido na cidade onde qualquer serviço foi prestado. Pagá-lo é um dever do profissional, mesmo que autônomo.
  • Cide: é a Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico. É um imposto que diz respeito aos combustíveis porque é uma cobrança referente ao comércio e importação de petróleo, gás e álcool etílico.
  • Cada imposto tem regras específicas e recai, com alíquotas específicas, sobre cada tipo de bem ou mercadoria — além de variações por estado.

    Danfe é a sigla de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. É uma representação gráfica da NF-e, já que esta só existe digitalmente. O Danfe pode ser impresso e contém os dados principais do documento fiscal, usado principalmente para a circulação das mercadorias (o caminhão não pode rodar sem uma via do documento auxiliar, por exemplo, sob pena de receber uma multa, em caso de fiscalização).

    Ele não substitui a Nota Fiscal Eletrônica, mas facilita o acesso aos seus dados. Como contém a chave numérica de acesso da NF-e, ele permite que o detentor confirme a existência efetiva dessa nota fiscal em uma simples consulta pela internet. Além da chave numérica, é obrigatório que o Danfe apresente um código de barras para facilitar a leitura da chave.

    O cupom fiscal é um documento fiscal que formaliza uma venda de produto em condições específicas, como compras no varejo e em outros tipos de comércio. Ela substitui a nota fiscal de venda ao consumidor, quando emitida por impressora específica (o emissor de cupom fiscal). Via de regra, esse documento é fácil de ser reconhecido e identificado, porque traz o nome no topo do impresso.

    A legislação brasileira exige que o cupom seja emitido por empresas com faturamento anual igual ou superior a R$ 120 mil, com apoio de empresas credenciadas pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) para vender as impressoras especiais. No caso de empresas que usam o cupom com apoio de softwares, é obrigatório, por lei, que esse programa esteja instalado no computador ou terminal.

    CEST é a sigla de Código Especificador da Substituição Tributária, que deve ser informado no arquivo XML da nota fiscal eletrônica de mercadorias para 832 produtos de 28 segmentos específicos. Trata-se de um código composto por 7 dígitos associado ao NCM/ST (Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado). O campo será obrigatório a partir de 1º de julho de 2017.

    Originalmente, a previsão era de que a mudança começasse a valer em abril, mas o adiamento foi definido em março. O prazo foi adiado por duas vezes. A mais recente foi estabelecida no Convênio ICMS 90/2016, que altera a norma original (no Convênio 92/2015 do Confaz), de agosto de 2015.

    Sim. Para facilitar esse processo. Há um campo específico no cadastro de produto para o CEST. Além de preencher os dados do cliente e do produto (nome do produto, código do produto, código de barras-EAN, categoria do produto, valor de venda, valor de custo etc.), localize a seção “Informar dados usados na Nota Fiscal”. São campos de preenchimento opcional para a maior parte das empresas. Mas se seus produtos estão incluídos na tabela CEST, considere-os de preenchimento obrigatório.

    Dois campos são chave sobre este assunto: NCM e CEST. Escolha os que se aplicarem melhor. É fundamental que você defina o NCM correto para garantir a automatização e evite problemas tributários. Ainda na seção de dados para a nota fiscal do formulário de cadastro do produto, você continua podendo informar dados como unidade de medida, peso líquido e bruto etc.
    Cumprida esta etapa, a inclusão do código no documento fiscal será automática, mas você precisa ter configurado previamente a ferramenta do ContaAzul para tirar nota e seguir o passo a passo específico.

    A mudança aplica-se apenas à nota fiscal eletrônica de produto (NF-e) de determinados tipos de bens. Os 28 segmentos de mercadorias listados no Anexo I do Convênio 92/2015 são:

    1. Autopeças
    2. Bebidas alcoólicas, exceto cerveja e chope
    3. Cervejas, chopes, refrigerantes, águas e outras bebidas
    4. Cigarros e outros produtos derivados do fumo
    5. Cimentos
    6. Combustíveis e lubrificantes
    7. Energia elétrica
    8. Ferramentas
    9. Lâmpadas, reatores e “starter”
    10. Materiais de construção e congêneres
    11. Materiais de limpeza
    12. Materiais elétricos
    13. Medicamentos de uso humano e outros produtos farmacêuticos para uso humano ou veterinário
    14. Papéis
    15. Plásticos
    16. Pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha
    17. Produtos alimentícios
    18. Produtos cerâmicos
    19. Produtos de papelaria
    20. Produtos de perfumaria e de higiene pessoal e cosméticos
    21. Produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos
    22. Rações para animais domésticos
    23. Sorvetes e preparados para fabricação de sorvetes em máquinas
    24. Tintas e vernizes
    25. Veículos automotores
    26. Veículos de duas e três rodas motorizados
    27. Vidros
    28. Venda de mercadorias pelo sistema porta a porta

    Nem todos os produtos de NCM/ST desses segmentos precisam do CEST, por não estarem submetidos ao regime de substituição tributária. Assim, é preciso consultar a tabela completa do anexo I para localizar se os produtos comercializados por sua empresa estão entre os relacionados. Ao mesmo tempo, produtos não listados mas elegíveis à substituição tributária continuam como tal, sem necessidade de verificar a tabela para preencher a nota fiscal.

    Por ser uma norma do Confaz, a tabela pode vir a sofrer alterações no futuro. Você também deve verificar se o software que sua empresa usa para emitir notas fiscais está adaptado à nova exigência. Fique atento. A lista

    Sim, o ContaAzul emite nota fiscal eletrônica de diferentes tipos. Confira os tipos:

    • NF-e: Nota de venda de produtos, quando sua empresa vende um bem ou mercadoria para outra empresa ou para o consumidor final.
    • NFS-e: Nota fiscal de prestação de serviço, quando sua empresa atende outra empresa ou o consumidor final.
    • NF de entrada: Nota fiscal de entrada, emitida em casos específicos em que sua empresa precisa faturar compras de produtos. As notas emitidas por outras pessoas jurídicas contra seu CNPJ são importadas pelo ContaAzul como notas de compra ou notas de entrada
    • Nota fiscal de exportação: Para empresas optantes pelo Simples Nacional que vendem para o exterior, a nota fiscal tem algumas particularidades. É preciso detalhar informações de impostos na NF-e de exportação específicos desse tipo de operação
    • Nota fiscal de remessa: Envolvem movimentações de saída de mercadoria da empresa sem operação de venda
    • Nota fiscal de retorno: Envolvem justamente o inverso, a devolução o caminho de volta dos bens sem envolver o financeiro e sem incidência de impostos.
    • Nota fiscal de devolução: Usada para acompanhar mercadorias que voltam à empresa com movimentação financeira.

    O sistema de geração de nota fiscal, integrado a vendas e ao financeiro, é simples de usar e ajuda empresas a ganhar tempo, trazendo dados de clientes, de produtos ou de serviços diretamente para o documento fiscal.

    Para empresas optantes pelo Simples Nacional que vendem para o exterior, a nota fiscal tem algumas particularidades. É preciso detalhar informações de impostos na NF-e de exportação específicos desse tipo de operação. Nesses casos, por exemplo, não é necessário identificar a cidade de destino, onde está seu cliente, mas apenas o país. Assim, basta você informar, no cadastro do cliente no ContaAzul, que o endereço é de outro país para o emissor entender de que tipo de nota você precisa.

    O passo a passo da emissão tem alguns ajustes, para dispensar campos como CNPJ/CPF e incluir o local de embarque da mercadoria para fora do país (onde está o porto ou o aeroporto, por exemplo). Nesse tipo de venda, é preciso assinalar a situação tributária do ICMS (isento / imune, no caso) e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Tudo isso é facilitado pelo ContaAzul, e você pode partir para a próxima venda.

    Nota fiscal de remessa é o documento fiscal que acompanha mercadorias em remessas simples, quer dizer, em movimentações nas quais não houve venda. Ela geralmente é isenta de tributos porque as operações comerciais aconteceram antes ou virão depois dessa movimentação — na venda, sim, há cobrança de impostos normalmente aplicada à nota.

    Exemplos de notas de remessa são amostra grátis, brindes, doações, conserto, consignação, demonstração, depósito externo, industrialização (transformação de uma matéria-prima em outro produto em uma outra unidade da empresa, por exemplo), entre outros 15 motivos da remessa, que precisam ser definidos na nota. Por não envolver movimentação financeira, é isenta de impostos, e sua emissão é simplificada.

    A NF-e de retorno é o documento fiscal que acompanha mercadorias em movimentações de volta sem estorno — sem envolver o financeiro da empresa. Isso inclui questões como troca por erro ou defeito, retorno do conserto, de consignação, de demonstração, de depósito, de evento etc. (situação diferente da nota de devolução).

    Sua empresa pode emitir notas fiscais de retorno para produtos entregues de forma errada pelo seu fornecedor e caso precise retornar um produto que sua empresa vendeu, você pode emitir uma nota fiscal de devolução de venda.

    Nota fiscal de entrada é emitida em casos específicos em que sua empresa precisa faturar compras de produtos. As notas emitidas por outras pessoas jurídicas contra seu CNPJ também funcionam como notas de compra ou de entrada para sua empresa. No ContaAzul você importa essas notas fiscais de entrada (arquivo XML) para ganhar tempo, cadastrando fornecedores, produtos no estoque e contas a pagar.