O que você vai ver neste post:
- O que é o ISS em Curitiba, quem paga e como a alíquota varia conforme a atividade e o regime tributário;
- O passo a passo para calcular o imposto, consultar valores e emitir a guia de pagamento;
- Como funciona a migração da nota fiscal para o Emissor Nacional e o que isso muda na rotina de quem presta serviço na cidade.
O ISS em Curitiba é o imposto municipal cobrado sobre a prestação de serviços por empresas e profissionais autônomos que atuam na cidade. Ele incide sobre o valor do serviço prestado e não sobre a venda de mercadorias, o que costuma gerar dúvida entre quem está começando a emitir nota fiscal.
A seguir, confira:
- O que é o ISS e quem deve pagar em Curitiba;
- Quem deve pagar o ISS em Curitiba;
- Alíquotas do ISS em Curitiba por categoria;
- Como calcular o ISS em Curitiba;
- Como consultar o ISS em Curitiba;
- Como pagar o ISS em Curitiba;
- Quais são os tipos de notas fiscais em Curitiba;
- Como emitir nota fiscal eletrônica em Curitiba;
- Obrigações e prazos do ISS em Curitiba;
- Quais são as consequências de não pagar o ISS;
- Como organizar a gestão do ISS da empresa;
- Qual o impacto do ISS na rotina financeira da sua empresa;
- Automatize a emissão de nota e o controle do ISS com a Conta Azul.
O que é o ISS e quem deve pagar em Curitiba?
O ISS (Imposto Sobre Serviços), também chamado de ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), é o imposto que incide sobre a prestação dos serviços previstos na legislação municipal. Ou seja, quando você presta um serviço sujeito ao ISS, esse imposto entra em cena, conforme prevê o Código Tributário do Município.
Quem paga é quem presta o serviço, mas isso muda um pouco conforme o regime tributário da empresa: quem está no Simples Nacional recolhe o ISS dentro da guia única do regime, enquanto empresas do Lucro Presumido ou Lucro Real pagam o imposto separadamente, direto pelo sistema da Prefeitura.
Há uma exceção importante, se o serviço for prestado a alguém no exterior e o resultado dele não for sentido aqui no Brasil, não há cobrança de ISS. Já quando a empresa importa um serviço de fora do país, pode ser o tomador brasileiro (e não o prestador estrangeiro) o responsável por recolher o imposto.
Quem deve pagar o ISS em Curitiba?
Em geral, quem presta o serviço é responsável pelo ISS. Mas, em algumas situações previstas pela norma, a empresa ou pessoa que contratou o serviço, chamada de tomador, precisa reter o imposto e fazer o pagamento à Prefeitura.
Por isso, antes de emitir a nota fiscal, é importante verificar se o serviço está sujeito à retenção do ISS na fonte. Essa regra depende do tipo de serviço, de quem contratou e do enquadramento tributário das partes.
Profissionais autônomos que trabalham de forma pessoal estão sujeitos ao ISS Fixo em Curitiba. Já algumas sociedades de profissionais, como as formadas por médicos, advogados ou contadores, podem optar por essa forma de tributação quando cumprem os requisitos previstos pela legislação municipal.
Alíquotas do ISS em Curitiba por categoria
A alíquota do ISS em Curitiba varia de 2% a 5%, conforme o serviço prestado.
A alíquota nada mais é do que a porcentagem utilizada para calcular o imposto. Se uma atividade tem alíquota de 5%, por exemplo, um serviço de R$1.000 pode gerar R$50 de ISS.
Veja alguns dos principais grupos previstos na legislação municipal:
| Tipo de serviço | Alíquota |
| Transporte coletivo | 2% |
| Arrendamento mercantil (leasing) | 2% |
| Serviços destinados ao exterior, quando o serviço é desenvolvido no Brasil e o resultado ocorre aqui | 2% |
| Ensino fundamental, educação pré-escolar e educação média de formação geral, nos casos previstos pela legislação | 2% |
| Call center e assistência técnica remota | 2% |
| Espetáculos teatrais e circenses, shows, festivais, feiras, exposições, congressos e determinadas competições e eventos | 2% |
| Determinados serviços de saúde, quando prestados ao SUS | 2% |
| Limpeza e conservação | 2,5% |
| Vigilância | 2,5% |
| Agenciamento, corretagem e intermediação de seguros | 2,5% |
| Representação comercial | 2,5% |
| Composição gráfica | 2,5% |
| Recauchutagem de pneus | 2,5% |
| Hospitais, sanatórios, manicômios, casas de saúde e prontos-socorros | 4% |
| Operadoras de planos de assistência à saúde e cooperativas de serviços | 4% |
| Registros públicos, cartórios e serviços notariais | 4% |
| Demais atividades que não tenham alíquota específica | 5% |
Esses percentuais estão no artigo 4º da Lei Complementar Municipal nº 40/2001 e cabe à empresa confirmar em qual item da lista municipal o serviço se enquadra antes de calcular o imposto ou emitir a nota fiscal. O contador pode ajudar nessa classificação, principalmente quando o negócio presta atividades diferentes.
ISS em Curitiba para MEI – Microempreendedor Individual
Para quem é MEI e presta serviços, o ISS já está incluído no DAS-MEI mensal. Ou seja, o microempreendedor não calcula o imposto separadamente sobre cada nota fiscal emitida.
Na hora de emitir nota, o MEI usa a NFS-e de padrão nacional. Em regra, a emissão é obrigatória quando o serviço é prestado para outra empresa e dispensada para pessoa física, salvo se o cliente solicitar.
Em Curitiba, há ainda uma regra importante: quando o prestador é MEI optante pelo SIMEI, o cliente não deve reter o ISS desse serviço, desde que confirme esse enquadramento.
Para quem está começando nesse enquadramento, entenda como o CNPJ MEI funciona e quais regras precisam ser cumpridas.
ISS em Curitiba para Profissional Autônomo
Em Curitiba, o profissional autônomo que presta o serviço pessoalmente e está inscrito no cadastro fiscal do município pode pagar o chamado ISS Fixo.
Nesse modelo, o imposto é cobrado em valor anual e não como uma porcentagem aplicada sobre cada serviço realizado.
A legislação diferencia os profissionais com e sem curso superior e o valor do imposto é definido conforme esse enquadramento e atualizado pelas regras municipais. Já muitas empresas calculam o ISS aplicando uma alíquota sobre o preço do serviço, por isso o recolhimento do autônomo pode funcionar de forma diferente.
Antes de calcular ou pagar o imposto, vale confirmar na Prefeitura de Curitiba se a atividade está sujeita ao ISS Fixo e qual é o valor vigente para o ano.
ISS em Curitiba para empresas do Simples Nacional
Para empresas do Simples Nacional, o ISS normalmente é calculado junto com os demais tributos e pago no DAS mensal.
Por isso, a empresa não deve simplesmente aplicar sobre cada nota as alíquotas de 2% a 5% da tabela municipal, é preciso considerar como o Simples Nacional reúne e calcula os tributos do negócio.
Existem situações, ainda, em que o cliente que contratou o serviço precisa reter o ISS e fazer o recolhimento. Quando isso acontece, o valor retido não é cobrado novamente como ISS no DAS daquela receita.
Por essa razão, é importante sempre identificar corretamente qual serviço está sendo prestado e como a empresa está enquadrada no Simples antes de emitir a nota. Essas informações definem como o ISS será tratado e devem ser analisadas junto com as regras de Curitiba, principalmente quando houver retenção.
ISS em Curitiba para demais empresas
Empresas do Lucro Presumido ou Lucro Real não recolhem o ISS pelo DAS. Quando o imposto é devido pelo próprio prestador, ele costuma ser calculado separadamente sobre o valor do serviço, conforme a alíquota prevista para aquela atividade em Curitiba.
O percentual depende do serviço efetivamente prestado, por isso o código usado na NFS-e precisa corresponder à atividade realizada. Em determinadas operações, porém, o cliente pode reter o ISS e ficar responsável pelo pagamento.
Como essas regras variam conforme o serviço e a operação, a empresa deve considerar tanto a legislação municipal quanto a forma como a tributação muda de acordo com o regime adotado.
O ISS também não deve ser confundido com encargos ligados à folha de pagamento. Empresas com funcionários, por exemplo, podem precisar considerar o INSS Patronal entre os custos relacionados à contratação, conforme o regime e as regras aplicáveis.
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Como calcular o ISS em Curitiba?
O cálculo do ISS segue uma fórmula simples:
ISS = valor do serviço × alíquota
Nesse caso, como se vê, o desafio é identificar corretamente qual alíquota se aplica à atividade exercida, já que ela pode variar. Para calcular:
- Identifique o código de serviço correspondente à atividade prestada na Lista de Serviços anexa ao Código Tributário, isso evita aplicar uma alíquota incorreta;
- Confirme a alíquota vigente para esse código no Sistema ISS Curitiba, já que percentuais podem ser atualizados por lei municipal;
- Aplique a fórmula sobre o valor bruto do serviço, sem deduções, salvo quando a legislação permitir dedução específica para aquela atividade;
- Verifique se há retenção na fonte prevista para o tipo de operação, o que muda quem é responsável por recolher o valor apurado.
Exemplo prático de cálculo do ISS
Imagine um serviço prestado no valor de R$1.000, com alíquota de 5% aplicável ao código correspondente à atividade. O cálculo ficaria assim:
R$1.000 × 5% = R$50 de ISS devido sobre essa nota fiscal específica.
Se a mesma atividade estivesse enquadrada em um código com alíquota de 2%, o valor do imposto cairia para R$20 sobre o mesmo montante de R$1.000. Essa diferença mostra por que confirmar o código de serviço correto é decisivo antes de emitir a nota.
A NF-e trouxe mudanças para o ISS em Curitiba?
Aqui é importante diferenciar os documentos: a NF-e é usada principalmente nas vendas de produtos, enquanto a NFS-e registra a prestação de serviços e está diretamente ligada ao ISS.
Em Curitiba, a mudança ocorreu justamente na NFS-e. O município migrou a emissão para o Emissor Nacional, em etapas: sociedades uniprofissionais entraram em outubro de 2025, empresas do Simples Nacional em novembro de 2025 e os demais contribuintes em janeiro de 2026. O MEI já utilizava o sistema nacional desde 2023.
Desta forma, o prestador passou a emitir e consultar as NFS-e no ambiente nacional, pelo portal, aplicativo ou integração com sistemas de gestão. Assim, quem ainda utiliza procedimentos antigos deve conferir as orientações atualizadas da Prefeitura de Curitiba e do Portal Nacional da NFS-e, já que regras e recursos do sistema podem ser atualizados.
Como consultar o ISS em Curitiba?
A consulta é feita pelo sistema ISS-Curitiba, da Prefeitura. Nele, o contribuinte pode acessar informações relacionadas ao imposto, como declarações, cálculo do ISS e emissão do DAM.
- Acesse o ISS-Curitiba: entre no sistema oficial da Prefeitura;
- Informe seu usuário e senha: use os dados cadastrados para acessar a área restrita;
- Escolha a opção desejada: consulte declarações, valores ou documentos relacionados ao ISS;
- Confira o período correto: verifique a competência antes de consultar ou gerar qualquer documento.
Como pagar o ISS em Curitiba?
Quando o ISS precisa ser recolhido, o pagamento é feito por meio do DAM, Documento de Arrecadação Municipal. A guia é gerada no sistema ISS-Curitiba e pode ser paga pelos canais dos bancos conveniados, como internet banking, aplicativo ou caixa eletrônico. Para isso:
- Acesse o ISS-Curitiba: entre no sistema com usuário e senha;
- Clique em “Emissão de DAMs”: escolha o tipo de guia correspondente à sua situação;
- Informe o período: selecione o ano e o mês do imposto que será pago;
- Gere o DAM: confira o valor, o vencimento e os dados da guia;
- Faça o pagamento: utilize o código de barras nos canais bancários disponíveis ou as demais opções apresentadas pela Prefeitura.
Para o ISS mensal recolhido por DAM, o vencimento é, em regra, até o dia 20 do mês seguinte à prestação do serviço.

Quais são os tipos de notas fiscais em Curitiba?
O tipo de nota fiscal depende do que a empresa vende. Para o ISS, o documento mais importante é a NFS-e, pois ela registra a prestação de serviços. A obrigação de pagar o imposto, porém, nasce do serviço realizado e das regras tributárias aplicáveis, e não simplesmente da emissão da nota.
| Tipo de nota | Quando é usada | Relação com o ISS |
| NFS-e | Prestação de serviços | É a nota relacionada ao ISS |
| NF-e | Venda e circulação de produtos e mercadorias | Em geral, está relacionada ao ICMS, não ao ISS |
| NFC-e | Venda de produtos ao consumidor final | Em geral, está relacionada ao ICMS, não ao ISS |
Portanto, uma empresa que apenas vende mercadorias normalmente não recolhe ISS por essas vendas. Já quem presta serviços sujeitos ao imposto deve observar as regras do ISS e emitir a NFS-e quando houver obrigação de emissão.
Como emitir nota fiscal eletrônica em Curitiba?
Desde 1º de janeiro de 2026, a NFS-e em Curitiba é emitida pelo Emissor Nacional. Para gerar o documento:
- Acesse o Portal Nacional da NFS-e: entre no emissor pelo gov.br;
- Faça o login: use a forma de acesso disponível para o seu perfil de contribuinte;
- Informe os dados do cliente: preencha as informações de quem contratou o serviço;
- Descreva o serviço prestado: selecione o código correto e informe os dados da operação;
- Preencha o valor e a tributação: confira as informações do ISS e se existe retenção;
- Revise os dados: verifique cliente, serviço, valor e impostos antes de concluir;
- Emita a NFS-e: depois, o documento pode ser consultado e armazenado no próprio ambiente nacional.
Integração com o sistema de gestão ERP da Conta Azul
Empresas que utilizam um sistema de gestão, como a Conta Azul Pro, podem emitir NFS-e diretamente pelo ERP, sem precisar preencher os dados manualmente em mais de um sistema a cada venda. Para isso, é necessário configurar as informações fiscais da empresa e, quando aplicável, o certificado digital A1.
Essa integração reduz a digitação repetida de informações, diminui a chance de erro no código de serviço ou no valor lançado, e agiliza o fechamento fiscal do mês. Para usar esse tipo de integração, a empresa precisa de certificado digital e-CNPJ configurado no sistema.
O suporte técnico do sistema de gestão utilizado pode auxiliar na configuração inicial dessa integração, principalmente durante o período de adaptação ao Emissor Nacional.
Como emitir uma nota fiscal convencional em Curitiba?
Depois de identificar o documento adequado à operação, é preciso usar o emissor correspondente. Para serviços, a NFS-e é emitida pelo Emissor Nacional; já NF-e e NFC-e seguem os sistemas e as regras estaduais aplicáveis às operações com mercadorias.
Empresas que vendem produtos e também prestam serviços podem precisar trabalhar com mais de um tipo de documento fiscal. Nesse caso, cada operação deve ser registrada pela nota correspondente.
Obrigações e prazos do ISS em Curitiba
Além de emitir a NFS-e, alguns contribuintes precisam entregar a declaração mensal de serviços e cumprir o prazo de recolhimento do ISS. Essas etapas fazem parte das obrigações tributárias que a empresa precisa acompanhar ao longo do mês.
Quando não há movimentação no período, pode ser necessário informar a situação como “sem movimento”, conforme a obrigação aplicável.
| Obrigação | Prazo ou regra geral |
| Emissão da NFS-e | Conforme a prestação do serviço e a obrigação de emissão |
| Declaração mensal de serviços | Até o dia 20 do mês seguinte |
| Declaração sem movimento | Quando exigida e não houver serviços no período |
| Pagamento do ISS por DAM | Até o dia 20 do mês seguinte |
| Vencimento em fim de semana ou feriado | Primeiro dia útil seguinte |
As regras podem variar conforme o enquadramento do contribuinte, especialmente para MEI, empresas do Simples Nacional e profissionais sujeitos ao ISS Fixo.
Quais são as consequências de não pagar o ISS?
O atraso no pagamento do ISS pode gerar custos extras e pendências fiscais para a empresa. Em Curitiba, o valor vencido sofre atualização monetária, juros e multa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 10%.
Além disso, a empresa pode enfrentar:
- dificuldade para emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND) enquanto houver pendências tributárias;
- autuação e aplicação de multas se houver descumprimento das obrigações fiscais;
- inscrição do débito em Dívida Ativa, com possibilidade de protesto e cobrança judicial;
- juros e atualização monetária, além da multa pelo atraso no pagamento.
Como organizar a gestão do ISS da empresa?
Para manter o ISS sob controle ao longo do mês, adote uma rotina que conecte emissão, retenção, prazos e fechamento:
- Padronize o cadastro dos serviços: mantenha códigos, descrições e alíquotas revisados para não depender de conferências manuais a cada nota;
- Defina quem recolhe o imposto: verifique antecipadamente quais operações têm retenção pelo cliente;
- Revise as NFS-e emitidas no mês: confira valores, serviços e dados tributários antes do fechamento;
- Separe o valor do imposto no planejamento financeiro: assim, o dinheiro do ISS não se mistura com recursos destinados a outras despesas;
- Acompanhe os prazos fiscais: concentre vencimentos e declarações em um calendário único;
- Faça o fechamento com a contabilidade: compare notas, retenções, pagamentos e informações enviadas ao contador.
Qual o impacto do ISS na rotina financeira da sua empresa?
Acompanhar o imposto sobre serviços de forma incorreta pode afetar diretamente o caixa. Uma alíquota errada, uma retenção não considerada ou uma guia emitida com valor incorreto podem gerar pagamentos a maior, valores em aberto e passivos fiscais.
Logo, o ideal é organizar no mesmo fluxo os impostos, recebimentos e demais saídas que afetam o caixa, inclusive as retiradas dos sócios feitas por meio do pró-labore.
Quanto mais essas informações ficam espalhadas entre controles diferentes, maior o risco de divergências. É justamente aí que um ERP pode ajudar a conectar a rotina fiscal ao financeiro da empresa.
Automatize a emissão de nota e o controle do ISS com a Conta Azul!
Calcular o ISS manualmente, conferir o código do serviço e depois cruzar essas informações com vendas e recebimentos consome tempo e aumenta o trabalho de conferência. A Conta Azul Pro integra a emissão de notas fiscais ao financeiro, ajudando a acompanhar cada operação no mesmo sistema.
Com os dados centralizados, fica mais fácil visualizar quanto foi faturado, o que ainda falta receber e como os impostos impactam o caixa, além de compartilhar informações mais organizadas com a contabilidade. A definição de alíquotas, enquadramentos e regras tributárias, porém, continua sendo uma análise que deve ser feita com o contador.
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Perguntas frequentes sobre o ISS Curitiba
Qual a alíquota de ISS em Curitiba?
As alíquotas podem ser de 2%, 2,5%, 4% ou 5%, dependendo do serviço realizado e das regras aplicáveis à atividade.
Como consultar o ISS Curitiba online?
Algumas consultas e obrigações continuam no ISS-Curitiba. Já as novas NFS-e de serviços são emitidas pelo Emissor Nacional.
O ISS incide sobre venda de produtos?
Em regra, não. O ISS é cobrado sobre serviços. A venda de mercadorias costuma estar relacionada ao ICMS.
O que acontece se a empresa não pagar o ISS?
O imposto atrasado pode receber multa, juros e atualização, além de gerar pendências fiscais para a empresa.
Como gerar guia de ISS em Curitiba?
Quando houver recolhimento municipal próprio, a empresa acessa o ISS-Curitiba e gera o DAM referente ao imposto devido.



