Como a Diagnostika deixou o papel e a digitação manual para trás com a Conta Azul

Documentos digitados por terceiros, cheios de erros e atrasos
Começamos com essa mudança para o digital, ganhamos na produtividade, e abandonamos o arquivo que tínhamos ali. Tem o cliente que ainda manda papel, mas ele vira rascunho para a impressora!
Ronaldo Ferreira de Souza, CEO da Diagnostika Contabilidade

Fechando a virada de chave rumo ao digital
Com mais de 20 anos no mercado, Ronaldo entrou na contabilidade como auxiliar ainda nos anos 90. Em 2005, decidiu montar seu próprio escritório, que começou numa sala pequena no segundo andar da própria casa.
No início, era tudo manual: não havia computador no local, e os documentos do escritório e dos clientes eram enviados para outra empresa, que os digitava e devolvia. Era um processo lento, cheio de erros e de situações curiosas, como notas fiscais que chegavam com cheiro de pizza.
Até que um cliente pediu para centralizar a administração de suas empresas com a contabilidade integrada. Foi essa necessidade que levou a Diagnóstika até a Conta Azul, a parceria que deu a estrutura final para fechar o processo de transformação digital.
Para Ronaldo, é fundamental deixar claro para o cliente, desde o início, como o escritório trabalha e quais as vantagens do digital. Educar o cliente nessa jornada, com atendimento humanizado, é o que faz ele se sentir cuidado e próximo do contador.
Antigamente eu tinha a emissão de nota manual, mas graças a Deus evoluiu para a eletrônica. A Conta Azul traz uma coisa digital: se você clicar ali, automaticamente já abre e tem a visão do seu fluxo de caixa. Eu sou um admirador da Conta Azul, encho a boca para falar dela.
Gustavo Alcantara, Assistente Financeiro na Carminati Tapetes

Fim dos erros e atrasos, início do controle em tempo real
O tempo da ponta dos dedos passou. Hoje o escritório trabalha com tudo digital, e a troca de documentos acontece toda online, de forma ágil e eficiente.
Com a pandemia, até os clientes que temiam a transformação digital passaram a aceitar de vez a nova era sem papel. A maior dificuldade foi mudar a mentalidade de quem achava que alimentar o software era "fazer o trabalho do contador" — quando, na prática, é isso que reduz a carga do cliente, que não precisa mais mandar caixas de documentos.
Hoje os dados ficam todos online, com consultas rápidas e controle em tempo real.

