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Calculadora Gratuita: Impacto da Escala 6x1 no Seu Negócio

A reforma trabalhista está em votação e o prazo para se preparar é curto. Descubra em 2 minutos quanto a mudança de jornada vai custar para a sua empresa, com 13º, férias e FGTS incluídos.

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Simule quanto o fim da escala 6x1 vai custar antes de ser pego de surpresa

A proposta de redução da jornada de trabalho está em votação no Congresso e deve entrar em vigor ainda em 2026. A mudança não é opcional e não permite redução de salário — o resultado é a escala 5x2, com menos horas pelo mesmo valor.

Para empresas que operam com escalas 6x1, como varejo, alimentação, saúde, logística e serviços em geral, o impacto é direto na folha. Seja pagando horas extras, contratando mais funcionários ou reorganizando turnos, o custo muda.

A Calculadora de Impacto da Escala 6x1 da Conta Azul foi criada para tornar essa simulação simples. Você insere os dados da sua empresa e, em segundos, vê o impacto real nas duas fases da transição, sem precisar entender cada detalhe da legislação.

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Este material te ajuda:

  • Impacto real na sua folha de pagamento
  • Comparativo: horas extras vs. novas contratações
  • Custo total com todos os encargos
  • Projeção de impacto acumulado em 26 meses
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Perguntas Frequentes

O que é a escala 6x1 e o que muda para a minha empresa?

A escala 6x1 é o regime em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e folga um. A proposta em votação extingue esse modelo e reduz a jornada máxima semanal. A mudança ocorre em duas fases: primeiro de 44h para 42h/semana (em até 60 dias após a promulgação), depois de 42h para 40h/semana (14 meses depois). Em nenhuma das fases é permitida a redução do salário.

Como funciona a escala 6x1 hoje?

Na escala 6x1, o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de trabalho e descansa um. A jornada máxima permitida é de 44 horas semanais, com horas excedentes pagas como extra. É o modelo mais comum no comércio, serviços e operações que funcionam aos fins de semana.

Qual a diferença entre a PEC 221/2019, a PEC 8/2025 e o PL 1.838/2026?

Havia três caminhos legislativos para reduzir a jornada de trabalho e acabar com a escala 6x1. As PECs alteram a Constituição e exigem aprovação de 3/5 dos parlamentares em dois turnos em cada Casa. O PL 1.838/2026 altera a CLT por maioria simples, mas pode ser questionado por inconstitucionalidade. Em 27 de maio de 2026, a Câmara aprovou a PEC 221/2019 em dois turnos no Plenário, estabelecendo a transição para 40 horas semanais. O texto segue agora para o Senado.

Quanto a minha folha de pagamento vai aumentar com o fim da escala 6 x 1?

Depende do porte, setor e quantos funcionários trabalham em escala 6x1 na sua empresa . Segundo levantamento da CNI de fevereiro de 2026, o impacto médio é de 7% na folha de pagamentos. Para micro e pequenas empresas com até 9 funcionários, o aumento pode chegar a 13% no cenário de compensação via horas extras. Use a calculadora gratuita da Conta Azul para simular com os dados reais da sua empresa.

Sai mais barato pagar hora extra ou contratar novos funcionários?

Na maioria dos casos, contratar é mais barato do que pagar hora extra. Segundo estimativas da CNI, o cenário de horas extras gera custo 50% maior do que o de novas contratações para pequenas empresas. Porém, a decisão depende de outros fatores: volume de horas a compensar, custo de admissão, disponibilidade de mão de obra e impacto operacional. A calculadora simula os dois cenários lado a lado.

O custo com 13º, férias e FGTS também vai aumentar?

Sim. Quando o custo da hora trabalhada sobe — porque o salário é mantido com menos horas —, todos os encargos calculados sobre a remuneração sobem proporcionalmente. Isso inclui INSS patronal (20%), FGTS (8%), RAT, Sistema S, provisão de 13º salário, férias, terço constitucional e FGTS sobre provisões. A calculadora da Conta Azul considera todos esses itens no custo real por funcionário.

Posso manter minha operação nos mesmos horários de hoje?

Sim, mas será necessário reorganizar os turnos. As alternativas são: (1) pagar horas extras para os funcionários atuais (com adicional mínimo de 50%); (2) contratar novos funcionários em tempo integral ou parcial para cobrir a carga; (3) adotar escalas de revezamento e turnos alternados. O texto da PEC prevê que sindicatos e empresas poderão pactuar modelos flexíveis por convenção coletiva.

MEI e microempresa são afetados com o fim da escala 6x1?

O MEI em si não é afetado diretamente — a mudança se aplica a trabalhadores com carteira assinada (CLT). Porém, microempresas que têm funcionários CLT em escala 6x1 são afetadas sim, e proporcionalmente mais do que empresas maiores. O parecer aprovado na Câmara prevê discussão separada sobre regras específicas envolvendo MEIs e contratos atípicos.

Quando exatamente a lei entra em vigor?

A PEC foi aprovada pelo Plenário da Câmara em dois turnos no dia 27 de maio de 2026, com 461 votos a favor, e agora segue para o Senado. A transição acontece em duas fases: a partir de 2 meses após a promulgação, a jornada passa para 42 horas semanais com dois dias de descanso. Após 14 meses, a jornada chega a 40 horas semanais. O planejamento financeiro deve começar agora.

Como ficam as folgas com o fim da escala 6x1?

Com a mudança, o trabalhador que hoje folga um dia a cada seis passará a ter uma jornada semanal menor. O modelo exato de folgas dependerá da negociação entre empresa e sindicato, mas a tendência é de maior distribuição dos dias de descanso ao longo da semana. A reorganização dos turnos será obrigatória para manter a operação.

A escala 5x2 já foi aprovada?

Parcialmente. A PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio de 2026, e agora segue para votação no Senado. Após aprovação nas duas Casas, a mudança será promulgada e entrará em vigor em duas fases: jornada de 42h semanais em até 60 dias, e 40h semanais após 14 meses. Empresas que operam com escala 6x1 já devem começar a se preparar.

Como funciona a escala 5x2?

Na escala 5x2, o trabalhador atua cinco dias e descansa dois, com jornada máxima de 40h semanais. É o modelo que substitui a escala 6x1 a partir da aprovação da PEC 221/2019. Para o empregador, o impacto prático é a redução das horas trabalhadas com manutenção do salário, o que eleva o custo por hora e exige reorganização de turnos.